Gabriel Monteiro estaria faturando mais de R$400 mil por mês com suas postagens na internet; legislação proíbe pagamentos de atividades como essa feita por pessoas que exercem função pública.

 

Os vereadores do estado do Rio de Janeiro não podem mais receber por conteúdos feitos pela internet. A determinação acorreu depois do aval de uma emenda legislativa pela Câmara Municipal do Rio, que agora é chamada de Lei Gabriel Monteiro.

O texto fala que é proibido monetizar qualquer conteúdo que seja feito com recursos públicos ou que o objetivo seja exercer a função pública, fazendo referência a Gabriel Monteiro, que é alvo de menção por quebra de decoro parlamentar após denúncia de agressão física, psicológica e sexual.

 

 

O deputado Átila Nunes (PSD) conversou com a Jovem Pan sobre a emenda. “Um deputado que já é pago e obrigado a fiscalizar, quer usar esses privilégios para produzir conteúdo, usar recursos do gabinete, e depois quer rentabilizar, obter receita com essas atividades, isso já é nossa obrigação. todos os regulamentos internos, como a Lei Orgânica, para proibir o uso desses recursos para posterior monetização. Estamos confiantes de que vários parlamentos cumprirão essa lei”, disse.

 

Gabriel Monteiro recebia R$ 400 mil por mês por meio de publicações, postagens e vídeos nas redes sociais. Apesar de ser alvo de delegados, o deputado vem ganhando seguidores e tem sido citado como candidato a cargo na Câmara dos Deputados. Para isso, ele precisa manter o mandato dos parlamentares e não pode ser cassado.

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