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]]>Coordenação do MST expressa preocupação crescente dos trabalhadores rurais em relação ao governo e alerta para possíveis paralisações nas estradas
João Paulo Rodrigues, coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), emitiu um alerta sobre a crescente insatisfação dos trabalhadores rurais em relação ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Ele destacou a possibilidade de mobilizações, incluindo paralisações em rodovias, como resposta a suas preocupações. Um dos principais pontos de descontentamento é a falta de ação do governo na compra de produtos da agricultura familiar por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Em uma entrevista concedida ao jornal Folha de S.Paulo, Rodrigues ressaltou: “Até o momento, o governo não adquiriu sequer 1 quilo de alimento da agricultura familiar por meio do PAA. As famílias se preparam para essa oportunidade, plantam com essa expectativa.”
O PAA, que destina um mínimo de 30% das compras públicas de alimentos à agricultura familiar para programas de combate à fome, foi recriado em março e sancionado por Lula em julho.
Rodrigues expressou sua crescente apreensão, afirmando: “Minha preocupação é que, em algum momento, as famílias comecem a expressar suas queixas em âmbito nacional, tomando as estradas e interrompendo o tráfego nas rodovias.”
Ele também acrescentou que a trajetória atual sugere a necessidade de “cinco mandatos de Lula” para alcançar a tão desejada reforma agrária.
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]]>O post Relator da CPI do MST deve indiciar petistas e líderes do movimento apareceu primeiro em Brasil Do Dia.
]]>O parlamentar Ricardo Salles (PL-SP) sugeriu cinco dos envolvidos que serão incluídos no documento conclusivo do comitê

O deputado Ricardo Salles (PL-SP), responsável por relatar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) referente ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), declarou que membros do Partido dos Trabalhadores (PT) e dirigentes do movimento deverão ser alvo de indiciamento.
Salles apontou cinco das pessoas sujeitas a indiciamento que serão mencionadas no documento conclusivo da comissão. Entre essas, figura o deputado federal Valmir Assunção (PT-BA), membro efetivo do comitê, junto a dois colaboradores do legislador do PT. A acusação alega que Assunção liderou um acampamento do movimento na Bahia.
Outra pessoa que está destinada a ser indiciada é o ex-líder do MST e atual coordenador da Frente Nacional de Lutas Campo e Cidade (FNL), chamado José Rainha, que já prestou depoimento à CPI. Além deles, também se encontra mencionado na lista o diretor-superintendente do Instituto de Terras e Reforma Agrária de Alagoas (Iterra-AL), Jaime Messias Silva. O líder do MST, João Pedro Stédile, não deverá constar na relação. O relatório final está programado para ser apresentado na semana seguinte pelo deputado Ricardo Salles, com a votação prevista para ocorrer na terça-feira, dia 5.
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]]>João Pedro Stédile, o dirigente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), testemunhou perante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que está investigando as atividades do movimento

Durante o depoimento, Stédile expressou críticas contundentes em relação ao agronegócio, com foco especial na Aprosoja. Simultaneamente, ele fez elogios a segmentos que, de acordo com sua perspectiva, adotam práticas voltadas para a sustentabilidade.
Quando interpelado pelo relator da CPI, deputado Ricardo Salles, a respeito de uma entidade vinculada ao MST que supostamente teria recebido R$ 2 milhões em financiamento proveniente do governo federal – incluindo repasses oriundos da Petrobras e do BNDES –, Stédile assegurou não possuir conhecimento acerca dessas transações, apesar de estarem documentadas e acessíveis no Portal da Transparência.
O dirigente do MST também utilizou o momento para respaldar as atividades de sua entidade e ressaltar as dissensões presentes no âmbito do agronegócio. Ele caracterizou um segmento desse setor como “agronegócio não esclarecido”, enfatizando sua concentração unicamente nos aspectos lucrativos, em contraponto aos agentes que incorporam práticas de cunho mais sustentável.
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]]>O post CPI do MST recebe primeiros requerimentos sobre o movimento apareceu primeiro em Brasil Do Dia.
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), instalada na quarta-feira, 17, já conta com 36 requerimentos protocolados. Os membros do colegiado irão votar os documentos na terça-feira, 23, durante a primeira sessão conjunta.
Dentre os requerimentos apresentados, seis deles pertencem a deputados governistas, incluindo Nilto Tatto (PT-SP), Paulão (PT-AL), Camila Jara (PT-MS) e Dionilson Marcon (PT-RS). Esses parlamentares solicitaram uma reunião para discutir a omissão do Estado e a violência no campo, argumentando que a reforma agrária ecológica promovida pelo MST é a resposta para esse problema.
A análise dos requerimentos e a votação ocorrerão em breve, dando início às investigações da CPI do MST e levantando questões relevantes sobre o movimento e suas ações. A expectativa é de que os debates proporcionem uma compreensão mais abrangente dos desafios enfrentados no campo, abordando tanto a questão da omissão estatal quanto a violência que ocorre nesse contexto.
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]]>O post Integrante do MST está no grupo de transição de Lula apareceu primeiro em Brasil Do Dia.
]]>O famoso Luiz Henrique Gomes de Moura, que é professor da UnB, estará atuando no setor de Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Sendo um dos líderes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e professor da Universidade de Brasília (UnB), Luiz Henrique Gomes de Moura estará no grupo de transição de governo.
Geraldo Alckmin, informou que ele atuará no setor de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Essa indicação mostra que Lula quer aproximar o governo dos grupos sem-terra.

A Embrapa, conta com a participação de Silvio Crestana, ex-diretor presidente da estatal, e Tatiane Deane de Abreu Sá, ex-diretora-executiva do órgão. O grupo contará com a participação do presidente e CEO da União da Indústria de Cana de Açúcar e Bioenergia (Unica), Evandro Gussi.
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