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]]>Ricardo Cappelli, secretário-executivo do Ministério da Justiça, encaminhou à Polícia Federal, nesta terça-feira (26), um pedido de investigação referente a uma ameaça veiculada nas redes sociais contra Luiz Inácio Lula da Silva.
O conteúdo em questão fazia menção à criação de uma campanha online para adquirir um rifle de precisão, com a intenção de contratar um mercenário. O autor da ameaça, em outra publicação, ironizou insinuando que enviaria a mensagem ao ministro da Justiça, Flávio Dino. Cappelli, por meio de um tweet, informou sobre a entrega do ofício à Polícia Federal, destacando que “as redes sociais não devem ser e não serão um espaço para incentivar crimes contra as autoridades”.
Este episódio não constitui o primeiro caso de ameaças veiculadas nas redes sociais que resultaram em procedimentos judiciais. No início deste ano, um indivíduo foi detido em Roraima por ameaçar o presidente, e em agosto, a Polícia Federal prendeu um fazendeiro no Pará após ser denunciado por planejar um atentado contra Lula durante uma visita ao estado.

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]]>O post CGU aponta “discrepância significativa” e possível sobrepreço em licitação do Ministério da Justiça apareceu primeiro em Brasil Do Dia.
]]>Controladoria Geral da União identifica disparidades nos preços de equipamentos de segurança
A Controladoria Geral da União (CGU) revela possíveis irregularidades em uma licitação conduzida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para aquisição de equipamentos de segurança.
No processo licitatório que envolve um montante de R$ 328 milhões, abrangendo a compra de coletes balísticos e colares infláveis, foram identificadas “discrepâncias significativas” nos valores apresentados por diferentes empresas.

Enquanto a maioria das empresas cotou preços entre R$ 18 mil e R$ 20 mil por colar inflável, uma delas ofereceu o mesmo item por apenas R$ 4,4 mil. A disparidade nos preços chamou a atenção da CGU, que enfatizou a necessidade de conduzir uma “pesquisa de preços abrangente e criteriosa”.
Além do custo, a CGU recomendou que aspectos como qualidade, prazos de entrega e garantias sejam considerados, visando assegurar a melhor relação custo-benefício para o setor público.
A Controladoria Geral da União também instou o Ministério da Justiça a realizar uma revisão detalhada das propostas em comparação com os valores de mercado e a estabelecer critérios transparentes para a coleta de preços, com o devido registro de todas as etapas do processo.
Essas medidas visam garantir a transparência e eficiência na utilização dos recursos públicos durante o processo licitatório.
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